TOP 10 SHOWS DO ROCK IN RIO 2026
Mesmo em um cenário de transformações no mercado de entretenimento e em uma edição que não esgotou todos os seus ingressos de forma imediata, o Rock in Rio 2026 provou mais uma vez por que ostenta o título de maior festival do país. Guiada por momentos históricos inesquecíveis, como a apoteótica despedida de Elton John, a grandiosidade do evento já não se mede apenas pela velocidade do “sold out”, mas sim pela sua capacidade ímpar de reunir gerações e ditar os rumos da cultura pop ao vivo.
Da despedida emocionante de lendas da música a encontros improváveis que só o Palco Sunset consegue proporcionar, a Cidade do Rock voltou a ser o epicentro de performances memoráveis. Abaixo, ranqueamos os 10 melhores shows desta edição. Aqueles que justificaram cada segundo em frente ao palco. Lembrando que cada lista não reflete o gosto de todos, mas que tenta equilibrar o que teve de melhor.
Ranking dos melhores shows da edição
10º) Gilberto Gil (classiqueza e celebração)
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Dia: 07 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: Em um dos momentos mais solenes do festival, a apresentação da lenda da MPB antes de Elton John no Palco Mundo ofereceu uma celebração emocionante e histórica em sua turnê de despedida dos grandes palcos (“Tempo Rei”).
9º) Twenty One Pilots (performance multimídia impecável)
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Dia: 13 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: Encerrando o evento com uma performance multimídia extremamente dinâmica, a dupla mostrou ritmo, entrega e uma conexão impecável com o público no Palco Mundo.
8º) Foo Fighters (a aula de arena rock)
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Dia: 4 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: Responsáveis por abrir o festival como headliners, Dave Grohl e banda entregaram uma verdadeira aula de arena rock com o peso e a energia habituais.
7º) Jamiroquai (o baile funk/acid jazz nostálgico)
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Dia: 11 de setembro
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Palco: Palco Sunset
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Por que está na lista: Jay Kay e sua banda transformaram o Palco Sunset em uma verdadeira pista de dança com grooves perfeitos, garantindo um dos momentos mais animados da edição.
6º) João Gomes & Orquestra Brasileira (a fusão épica do pífano com filarmônica)
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Dia: 12 de setembro
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Palco: Palco Sunset
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Por que está na lista: A união do piseiro com arranjos de filarmônica, pífanos e tambores de crioula entregou um espetáculo de riqueza sonora e celebração da cultura regional no Palco Sunset.
5º) Péricles canta Motown (o espetáculo do Palco Sunset)
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Dia: 19 de setembro
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Palco: Palco Sunset
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Por que está na lista: A união da voz marcante de Péricles aos clássicos do soul e R&B da lendária gravadora norte-americana resultou em um espetáculo elegante e emocionante, sendo apontado como um dos pontos altos de todo o Palco Sunset nesta edição.
4º) Stray Kids (a consagração do fenômeno global)
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Dia: 11 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: Como headliners de uma noite histórica dedicada ao K-pop, o grupo entregou uma produção monumental, coreografias afiadas e uma energia impressionante no Palco Mundo.
3º) Hwasa (carisma e presença de palco arrebatadores)
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Dia: 11 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: A cantora sul-coreana dominou o Palco Mundo com presença de palco marcante, vocais impecáveis e um carisma que conquistou até quem não acompanhava o gênero.
2º) Bring Me The Horizon (a força e energia da noite de metal)
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Dia: 5 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: Apontada como a performance mais visceral e visualmente impactante da noite do rock pesado, a banda mostrou por que é uma das maiores referências do metal moderno.
1º) Sir Elton John (o momento histórico do festival)
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Dia: 7 de setembro
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Palco: Palco Mundo
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Por que está na lista: O ápice do festival. O show de despedida do lendário pianista britânico em solo latino-americano reuniu um repertório repleto de clássicos e uma carga emocional inigualável.
Saldo final e menções honrosas
No fim das contas, o saldo do Rock in Rio 2026 é incontestavelmente positivo. Mesmo diante de novos desafios do mercado de shows, o evento provou que sua fórmula de entregar experiências épicas, diversidade de gêneros e encontros inesquecíveis continua imbatível. A Cidade do Rock se despede com a certeza de ter marcado mais um capítulo na história da música ao vivo no Brasil.
Vale destacar que selecionar apenas dez momentos é uma tarefa ingrata. Performances como a celebração afiada do Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, a sensualidade e o pop envolvente de Marina Sena, o peso avassalador do Bad Omens, o carisma e os hits de Zara Larsson, e o histórico e visceral adeus do Sepultura em sua turnê de despedida merecem todas as menções honrosas. Foram shows gigantescos que enriqueceram ainda mais esta edição.
A contagem regressiva já começou: o Rock in Rio volta em 2028 para reescrever a história mais uma vez. Nos vemos lá!










